domingo, 23 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Digestão na boca




Este vídeo foi utilizado em um curso que participei no CEDERJ e serve como ajuda de como os CARBOIDRATOS são digeridos já na boca.

segunda-feira, 14 de março de 2011

CÉLULAS

ESCOLA MUNICIPAL ORESTES BARBOSA

CIÊNCIAS – Prof. Zezinho

CÉLULAS

Quase todos os organismos de nosso planeta são formados por células. Por isso, diz-se que a célula é a unidade estrutural dos seres vivos. Digo quase todos, pois os vírus não são formados por células, mas, no entanto, uma parte da vida de todos os vírus passa-se no interior de uma célula – quando este vírus se reproduz (veja o esquema abaixo de um ciclo de vida de um vírus parasita de bactérias).



Adaptado de http://www.cienciasemgeral.blogspot.com/

FORMAS DA CÉLULA

Independente da função ou localização das células em nosso corpo, todas as células possuem formas que auxiliam na execução de suas atividades principais; sendo assim cada célula abaixo esquematizada possuem características que beneficiam suas funções, portanto, o espermatozóide tem sua função facilitada pelo seu tamanho e presença de um flagelo.

                                             

REGIÕES DA CÉLULA

Três regiões são comuns a grande maioria das células que formam o corpo humano. A membrana celular, película que separa o interior da célula e o meio externo. Tem como funções o controle da entrada e saída de substâncias e a proteção da célula. O citoplasma onde ocorre a maior parte das reações químicas e processos de manutenção da vida celular (metabolismo) e o núcleo, região condensada da célula onde encontramos o material genético (DNA) sendo responsável pela divisão celular e a herança da célula.

                                                    

Protegendo o núcleo encontramos uma membrana denominada CARIOTECA, responsável pela proteção do material genético. Todos os organismos e células que possuem esta estrutura são chamados EUCARIONTE.



Referências:

• http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula

• http://www.ufv.br/dbg/labgen/celulas.html

• http://www.invivo.fiocruz.br/celula/oficina.htm

• http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/Celula.php



Organelas Citoplasmáticas

Além das três regiões da célula encontramos estruturas denominadas organelas (sin: pequenos órgãos) citoplasmáticas responsáveis por diversas funções no interior das células. Por exemplo:



• Mitocôndrias: Responsáveis pela respiração celular; o que significa dizer  produção de energia para célula.

• Lisossomas: Realizam a digestão celular.

• Ribossomas: Produzem as proteínas e enzimas na célula.

• Retículo Endoplasmático: Local de produção, armazenamento e transporte de proteínas e enzimas na célula.

• Complexo Golgiense: Armazenam e “empacotam” substâncias a serem exportadas pelas células.



Algumas organelas como as acima, ocorrem em todos os tipos de células. Algumas outras organelas ocorrem apenas em células vegetais, tais como:



• Cloroplastos: Realizam a fotossíntese e possuem uma substância denominada clorofila.

• Vacúolos: Sacos que armazenam vários tipos de substâncias (amido, ar, água, óleos, proteínas, etc).

• Parede Celular: Estrutura aderida a membrana celular formada por uma substância denominada celulose, que auxilia a proteção desta célula.

Com o auxílio do esquema acima, complete a tabela abaixo:

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TECNOLOGIA

Sua casa - Produtos que duram
O que já existe
Embalagens que conservam:
Nanocompostos de argila, que bloqueiam o oxigênio, fazem embalagens que dobram a validade de alimentos. Um protótipo desses já foi feito na Unicamp.
Material esportivo:
A bola da Copa Davis de tênis, na Inglaterra, possui uma camada com partículas minúsculas de borracha e argila que dobra a vida útil do produto. Também há raquetes de tênis e bolas de golfe com nanocompostos parecidos.
O que vem por aí
Embalagens longa-vida:
Cada vez mais leves e finas. Um material muito usado será a argila, que o Brasil tem de sobra.
Automóveis - Totalmente sem riscos
O que já existe
Pintura antiarranhão:
Já há um verniz tão liso que qualquer coisa que tentar riscá-lo acabará deslizando. O segredo dele são moléculas mais densas (que deixam menos espaços vazios) e ter os buracos restantes preenchidos com partículas de cerâmica. Todos os carros feitos na Mercedes-Benz da Alemanha já são cobertos com a substância.
Supervidros:
Um produto australiano tapa os pequenos buracos do vidro que costumam segurar a água e, com isso, faz as gotas deslizarem rapidamente, eliminando a necessidade do limpador de pára-brisa. Já os modelos A4, A6 e A8 da Audi vêm com uma camada de prata no vidro da frente que conduz eletricidade e, com isso, dispensa o aquecedor para desembaçar e consegue escurecer em ambientes muito claros. Já existe também uma viseira de capacete que escurece em locais muito claros.
Pneus ecológicos:
A poluição causada pelos pneus está para acabar. Outros materiais – como nanopartículas de óxidos metálicos ou de argila – dobram a vida útil e são menos poluentes que o carbono dos pneus comuns.

O que vem por aí
Carros peso-mosca:
Com a possibilidade de manipular as propriedades dos materiais, a diferença prática entre vidro, plásticos e metais vai diminuir. Os carros tenderão a usar apenas substâncias mais leves e resistentes. Ou seja: ferrugem, carros pesados e bebedores, nunca mais.
Farmácia - Remédios que vão direto ao ponto
O que já existe
Nanossubstâncias:
Alterando as moléculas dos princípios ativos, a nanotecnologia faz remédios renderem até 75% mais, deixando-os mais baratos e com menos efeitos colaterais. Já há produtos assim nas farmácias, como o antialérgico Loratadine.
Ação profunda:
L´Oreal e Lancôme produzem cremes anti-rugas com cápsulas de 200 nanômetros. Elas levam vitamina A até o fundo da epiderme e só então a liberam.
Sensor de sol:
Um sistema criado pela UFPE mostra ao banhista quanta radiação UV ele tomou durante o dia. Pode ser incluído em roupas e biquínis.
Efeito direto:
Lipossomos são partes de células que transportam enzimas em suas membranas. Os cientistas estão colocando nessas membranas algumas drogas, que são liberadas aos poucos e somente onde interessa. Existe uma pomada anestésica com esse princípio, vendida a 20 dólares.
O que vem por aí
Protetores solares:
A próxima geração deve ser feita de nanopartículas de dióxido de titânio, que absorvem os raios ultravioleta e se espalham mais facilmente sobre a pele.
Alerta de doença:
Sensores eletroquímicos, instalados na pele ou em roupas, alertarão portadores de HIV e diabéticos sobre o nível de vírus ou de açúcar no sangue.
Medicina - A cura em uma partícula
O que já existe
Curativo para câncer:
Compostos de oxigênio sensíveis à luz estão sendo usados para tratar o câncer de pele, na chamada terapia fotodinâmica. Ao receberem luz, eles danificam as células cancerígenas ao redor, que acabam formando uma crosta e sendo substituídas por tecidos sadios.
Obturação natural:
Ela não cai nunca. É um adesivo da 3M que se liga molecularmente ao dente.
O que vem por aí
Indicador de tumor:
Cristais apelidados de “pontos quânticos” emitem luz e são absorvidos facilmente por células cancerosas. Pacientes poderão ver pelo brilho da pele se o câncer está se espalhando pelo corpo. Já deu certo com ratos.
Nanorrobôs:
Não, não são pequenos andróides, mas moléculas construídas para reagir pontualmente. Um remédio com nanorrobôs em fase de teste é o Mylotarg, que possui um anticorpo que reage com células cancerosas e carrega uma molécula tóxica. Ele só libera a substância ao lado de um tumor.
Meio ambiente - Salvando o mundo, uma molécula por vez
O que já existe
Esponja de óleo:
Nanoímãs da Universidade de Brasília repelem a água mas se unem ao óleo, o que os faz controlar derramamentos de óleo no mar. Uma vez isolada, é possível decompor a poluição com a ajuda de uma substância à base de óxido de titânio, que reage com o óleo em contato com a luz.
Língua eletrônica:
Um aparelho da Embrapa de São Carlos, SP, diferencia paladares do vinho, café e água com uma sensibilidade 10 mil vezes maior que a língua humana. Para os ecologistas, a vantagem é que ela pode, em poucos minutos, denunciar a presença de pesticidas e metais pesados no ambiente.
Químicos seguros:
Uma fábrica suíça vende pesticidas cujo veneno está dentro de “moléculas-envelope”. Os agricultores podem borrifar uma grande quantidade da substância de uma só vez e ela vai aos poucos se soltando. Faz bem à saúde dos trabalhadores e à natureza.
O que vem por aí
Filtro-filme:
Imagine um plástico que deixa passar a água mas retém todas as suas impurezas. Eis o sonho de cientistas australianos que lidam com membranas nanométricas para tratar a água.
Eletrônicos - Átomos espertos
O que já existe
Supertelas:
Uma nova tecnologia, os diodos orgânicos emissores de luz (OLEDs, na sigla em inglês), produzem telas que são mais brilhantes, baratas, finas, consomem menos energia e têm ângulo de visão de 160o. O princípio delas são moléculas que mudam de cor de acordo com a carga elétrica que recebem. “Cada molécula é uma lâmpada”, diz Henrique Toma , da USP. Uma televisão da Samsung (veja na página 87) e o visor de uma câmara da Kodak já trazem essa tecnologia.
Minimemórias:
A empresa Calmec, da Califórnia, criou uma memória em forma de cubo em que cada molécula guarda informações. Com apenas 1 cm3, armazena 1,9 terabyte (ou seja, 1,9 milhão de gigabytes).
O que vem por aí
Tela-cartaz:
As OLEDs devem se transformar em plásticos que brilham, instaladas sobre qualquer material e em superfícies curvas como postes. A mesma tecnologia pode servir para a iluminação pública.
Memória atômica:
Gastar uma molécula inteira para guardar dados é desperdício! Cientistas já vislumbram a spintrônica, em que cada elétron guardaria dados. De acordo com o lado para o qual gira, ele poderia indicar os números 0 ou 1.
Arquitetura - Prédios bem-educados
O que já existe
Janelas auto-limpantes:
A empresa Pilkington vende vidros com uma camada de óxido de titânio que, em contato com os raios ultravioleta do Sol, reagem com a sujeira e a elimina tão logo caia uma chuva.
Usina doméstica:
Assim como existem moléculas que emitem luz em contato com eletricidade, é possível reverter o processo e criar uma janela que gera energia a partir da luz solar. Ela também pode mudar de cor de acordo com a corrente elétrica: se estiver muito sol, você “liga” a janela e ela escurece. Já são vendidas pela Sustainable Technologies International, da Austrália.
O que vem por aí
Casas auto-sustentáveis:
Vidros, paredes e telhas retiram energia do Sol em quantidade suficiente para abastecer toda a casa.
Moda - Converse com o seu cachecol
O que já existe
Roupas sempre limpas:
Reproduzindo a estrutura da flor de lótus, cuja pétala nunca se molha, cientistas da empresa Nano-tex criaram camisetas e calças que fazem água ou café escorrer sem deixar marca.
Tecidos-remédio:
Já existem fibras têxteis com remédios para pessoas queimadas. No Brasil, a Santista estuda roupas que liberam aos poucos medicamentos, como insulina para diabéticos. Tecnologias parecidas deram origem a meias que evitam frieiras, chulé e fungos como o pé-de-atleta.
O que vem por aí
Roupas eletrônicas:
Nanotubos de carbono conduzem eletricidade, são flexíveis e podem ser usados em roupas ou em chips. “Eles darão origem a roupas eletrônicas”, diz Frits Herbold, consultor em tecnologia têxtil. Vá imaginando: casaco-antena, cachecol-telefone...
Camiseta à prova de bala:
Os nanotubos são 20 vezes mais resistentes que o aço. Cientistas japoneses borrifaram água com nanotubos em folhas de amora e, quando o bicho-da-seda comeu, produziu fios muito mais resistentes. Técnicas assim permitirão jaquetas comuns à prova de balas.

Para saber mais

O Mundo Nanométrico: a Dimensão do Novo Século, Henrique E. Toma, Oficina de Textos, 2004
http://www.nanotech-now.com

RESPONDA:
1. Quais destes produtos teríam utilidade imediata na sua vida?Por que?
2. Quais destes produtos você acredita serem inúteis? Por que?
3. Escolha 3 (três) produtos e indique as populações humanas que mais seriam beneficiadas. Porque?
4. Que produtos nesta relação estão sendo inventados no Brasil?

domingo, 22 de março de 2009

sábado, 6 de setembro de 2008

EM TEMPOS DE ELEIÇÃO NÃO ESQUEÇER BRECHT


Problemas na classificação de organismos.

Cientistas questionam classificação das espécies
A tradicional classificação das espécies, realizada há 250 anos pelo naturalista sueco Carlos Linneo (1707-1778), foi colocada na berlinda pelos taxionomistas numa recente reunião no Museu de História Natural de Paris.Linneo, que nasceu um século antes de Charles Darwin expor sua teoria da evolução das espécies, acreditava que as espécies vivas haviam sido criadas por Deus no Gênese e que, desde então, não havia sofrido qualquer variação. A classificação, extremamente elaborada, não parece ameaçada por nenhuma outra a curto prazo, mas os biólogos buscam novos enfoques para catalogar a flora e a fauna, levando em conta não apenas sua forma, como também sua evolução. Inúmeras teorias foram elaboradas na última década e pelo menos uma delas, denominada PhyloCode - que busca o que as espécies tinham em comum antes de evoluir -, tem seriamente a atenção dos especialistas.Em outras disciplinas científicas, é freqüente ver uma teoria ser suplantada por outra, mas na taxinomia o problema é mais complexo, pois mudar agora os nomes dados há séculos a plantas e animais poderia provocar um caos.Os taxionomistas polemizam sobre outras formas possíveis de classificação. "Há quem queira distribuir tudo em dois grandes grupos e quem queira levar em conta a menor diferença existente", explica o zoólogo Richard Pyle, especialista em peixes do Museu Bishop do Havaí e membro da Comissão Internacional de Nomenclatura Zoológica (ICZN).Mas, indepedentende das divergências, os especialistas têm uma impressão parecida de urgência na necessidade de ajustar as classificações da biosfera em um planeta onde 30% das espécies correm o risco de extinção até o fim do século por causa das atividades humanas."Se a pessoa quiser preservar as espécies em vias de extinção ou combater alguma perigosa para a saúde, deve saber exatamente de que espécie de trata", assinala Andrew Polaszek, do Museu de História Nacional de Londres."A denominação é a chave de todo o conhecimento acumulado sobre esse ou aquele organismo", acrescenta.Apesar da crença geral de que o catálogo de organismos vivos do planeta esteja praticamente completo, na verdade ocorre o contrário."Passados 250 anos depois de Linné, temos classificados somente 10% dos organismos vivos na Terra", afirma Edward Wilson.Noventa por cento das espécies de aves e mais de 80% das plantas são conhecidas, mas os conhecimentos científicos sobre as bactérias são "incrivelmente incompletos", enfatiza o biólogo americano Edward Wilson. Considera-se, por exemplo, que existam 1,5 milhão de fungos, mas há apenas 60 mil cientificamente catalogados. Haveria igualmente de quatro a cinco milhões de tipos de nematódeos, mas apenas 80 mil catalogados.Para contribuir com as discussões sobre o sistema de classificação, os cientistas criaram o Zoobank, um banco de dados na internet (www.zoobank.org), que já tem registrados os nomes de 1,8 milhão de organismos."Lá qualquer pessoa pode ver o que acontece em todas as partes no domínio da taxionomia", afirma Richard Pyle, para quem esta disciplina está vivendo a mudança mais profunda desde os trabalhos de Linneo.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O método Científico - Resumo

ESCOLA MUNICIPAL BERNARDINO MELO

O MÉTODO CIENTÍFICO

Os cientistas lidam com fatos, idéias, hipóteses, dados experimentais e teorias. Vejamos um exemplo do cotidiano, embora aparentemente "pouco científico": logo pela manhã, você tenta dar a partida no automóvel, mas ele não pega.
O automóvel não dá a partida.
Esse é um fato, ou seja, algo que pode ser observado, constatado, percebido. Muitas coisas podem passar por sua cabeça, e você pode ter diversas idéias a respeito. O que aconteceu? Quando aconteceu? Por que aconteceu?
Em uma possível explicação, você afirma:
O automóvel não pega porque está com a bateria descarregada.
Trata-se de uma hipótese, mas você pode acreditar tão firmemente nela que a considera a única explicação possível para o fato observado. Porém você deveria ter observado melhor, pois outra pessoa, ao girar a chave de ignição, perceberia que as lâmpadas do painel se acendem o normalmente, bem como os faróis e o toca-­fitas. Esse outro observador poderia alegar que o defeito está no motor e não na bateria.
E agora? Contrariado, você quer demonstrar a exatidão de sua hipótese. Para isso, pede a um mecânico que meça a carga elétrica da bateria. Testando assim a hipótese, poderá concluir por sua veracidade ou não.
Antes de testarmos nossa hipótese, devemos fazer o máximo de observações possíveis, porque, com freqüência, ao submetermos determinada hipótese a avaliações ou experimentos, deparamo-nos com outros fatos capazes de levantar novas questões. Abrindo o compartimento do motor do automóvel, por exemplo, você verifica que um dos cabos conectados à bateria está coberto por um estranho material esverdeado. O que será aquilo?
Os caminhos da ciência são cheios de encruzilhadas e, ao se deparar com uma delas, o cientista deve ter o cuidado de não se afastar de sua hipótese inicial. Todavia, uma vez despertada sua curiosidade, ele pode imaginar outras experiências e lidar com os novos fatos que observou.
Passos do método científico
O método científico - percurso normalmente seguido pelos pesquisadores - tem etapas fundamentais.
As conclusões do método científico são universais, ou seja, sua aceitação não depende do prestígio ou do poder de convencimento do pesquisador, mas de suas evidências científicas. Além disso, elas são repetíveis, isto é, podem ser refeitas e confirmadas por qualquer outro pesquisador que realize os mesmos experimentos ou observações.
Observação: O cientista verifica a ocorrência de um ou mais fatos, fenômeno naturais ou qualquer outra observação que possa ser confirmada por mais pessoas.
Levantamento de questões: Uma vez que o fato tenha sido encarado como um problema, imaginam-se possíveis variáveis, causas e conseqüências, as quais se procuram explicar.
Formulação de hipóteses: Definido o problema, levantam-se possíveis explicações. Cada uma delas é uma hipótese, que também pode envolver previsões relativas ao fato.
Elaboração e execução de experimentos: Os experimentos capazes de testar as hipóteses formuladas devem lidar com uma parte do problema de cada vez e ser cuidadosamente controlados.
Análise dos resultados: Os resultados dos experimentos devem ser criteriosamente analisados, para se verificar se confirmam ou refutam as hipóteses apresentadas.
Conclusões: Se as hipóteses propostas não se mostrarem verdadeiras ou as previsões não se comprovarem, os experimentos devem ser checados e repetidos. Caso os resultados ainda assim não se confirmem, as hipóteses iniciais devem ser rejeitadas e novas hipóteses elaboradas.
Experimentos controlados
Na realização de um experimento, um desafio é o controle sobre todas as variáveis envolvidas. Vejamos um exemplo: um médico que atende pessoas adultas acredita existir correlação entre o hábito de fumar e as doenças do coração. Sua hipótese é que "pessoas que fumam têm mais doenças do coração que as que não fumam". Ele passa a acompanhar centenas de fumantes durante vários anos, verificando que. 30% deles têm algum tipo de doença cardíaca. Conclui, então, que "fumar aumenta a chance de ter doenças cardíacas".
Você aceitaria sem restrições essa conclusão? Que objeção poderia fazer? Em primeiro lugar, precisamos conhecer qual é a incidência de doenças cardíacas entre os não-­fumantes, para sabermos se, de fato, entre os fumantes ela é maior. Em segundo lugar, devemos saber se as pessoas que apresentaram doenças cardíacas tinham, além do hábito de fumar, outros fatores capazes de provocá-las, tais como pressão arterial elevada, idade avançada, vida sedentária etc. Essas são outras variáveis importantes para esse problema.
Uma forma de testar essa hipótese é a execução de um experimento controlado, que pode envolver o acompanhamento de dois grupos homogêneos, ou seja, formados por pessoas de mesma faixa etária, mesmo sexo, pressão sangüínea inicialmente normal etc. A única diferença entre eles deve ser a variável que está sendo testada, no caso, o hábito de fumar: um grupo de fumantes e um grupo de não-fumantes.
Assim, as conclusões obtidas podem ter valor.
É importante que os grupos tenham certo número mínimo de indivíduos, porque amostras muito pequenas podem levar a erros provocados pelo acaso. O grupo de não-fumantes chamado grupo-controle - será comparado com o de fumantes - que é o grupo experimental.
Vejamos outro caso: um laboratório farmacêutico desenvolveu uma droga para o tratamento de vermes intestinais em cães e garante sua eficácia em 70% dos casos; um laboratório concorrente alega que ela "não vale nada".
Vamos realizar um experimento controlado para descobrir se a droga é eficaz. Inicialmente, separamos dois grupos de cães parasitados, que devem pertencer à mesma raça, ter aproximadamente a mesma idade e não devem apresentar outras doenças associadas. O grupo experimental recebe a droga na dose adequada; aos animais do grupo-controle é dado um medicamento sem nenhum efeito, como farinha.
Esse "falso remédio" é denominado placebo. Tal procedimento é necessário para evitar a crítica de que a doença está sendo tratada não pela droga, mas apenas por se estar dando algo estranho aos cães.
Depois de efetuado o tratamento, poderemos dizer se a taxa de cura entre os animais do grupo experimental, que receberam o novo medicamento, foi maior do que entre os animais do grupo-controle, que receberam o placebo.




Cobaias Humanas


Esta é a primeira página de uma reportagem sobre a utilização de experiencias científicas com humanos.... leia as páginas seguintes.... muito interessante.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

1º Prêmio de Excelência em Educação-2008


Quero deixar registrado aqui, meu agradecimento aos alunos da E.M.Bernardino de Mello, em especial aos da turma 602/2008-II tendo em vista o recebimento do prêmio em questão, referente ao projeto de reflorestamento do município de Japeri. Um abraço a todos e estendo os elogios a todos aqueles que contribuem para uma educação de excelência em nossa escola.

Engenheiro Pedreira visto pela Fundação Getulio Vargas

Começo esta postagem com a realidade nua e crua de Engenheiro Pedreira, considerado como o ponto culminante comercial de Japeri... mas parece que a realidade é outra.

http://www4.fgv.br/cps/simulador/impacto_2004/gc052.pdf

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Primeira página

Este blog foi construído com o intuito de abertura de mais um canal entre o Professor Zezinho e seus alunos.